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terça-feira, 6 de maio de 2008

0005 [PERG/RESP] Ele gasta tudo em bingos - não temos diálogo


Fiquei separada por 3 anos pois jurou parar de gastar fortunas com bingos. Até me ajudou com problemas de saúde quando reatamos. Cuido da casa, filhos e faço um bico para ajudá-lo na renda. Depois de 10 meses bem tudo voltou como antes, me manda ligar pra polícia e "tentar" tirá-lo de casa, não dialoga e se pergunto onde esteve quando chega de madrugada fica agressivo ou foge. Faço tudo que ele pede, mas nunca está bom. Só sinto vontade de chorar... Não agüento mais!
Gabi, 34, RS.
Faço tudo pra ele, mas gasta tudo com bingos
Qualquer adicção é mais forte que o adicto o que explica a dificuldade em se livrar dela. Só quando ele a perdeu que se preocupou em reconquistá-la. Conseguido isso tudo volta como antes. A despeito da intenção em parar há a recaída e a velha forma de se relacionar.
Buscamos uma relativa garantia em atingirmos nossos objetivos sem medir esforços em alcançá-lo. O problema está sendo em manter uma estabilidade, agravado pelo vício.
Mas você já sabe do temperamento agressivo e covarde/inseguro (?) dele para dialogar e todas as coisas que envolvem um casamento. E um casamento sem diálogo fracassa, perde seu sentido maior que é a cumplicidade. A impressão que me passa é que a questão financeira a mantém no casamento, mesmo estando sacrificada com o vício dele. O que realmente lhe prende a ele?
Ao demandar seu amor fazendo “tudo o que ele pede”, se anula e não se respeita, logo não tem como exigir o respeito do outro; o externo é reflexo do interno.
Uma revisão nesses pontos pode retirá-la desse lugar de vítima. Afinal você é responsável por tudo que lhe sucede embora as aparências demonstrem o contrário.
Repostagem: original de 20 de novembro de 2007 

P a r a   e n v i a r   p e r g u n t a s : gobett@tribunatp.com.br

terça-feira, 20 de novembro de 2007

0005 [Perg/Resp] Ele gasta tudo em bingos, não temos diálogo!


Ele gasta tudo em bingos!
Fiquei separada por 3 anos pois jurou parar de gastar fortunas com bingos. Até me ajudou com problemas de saúde quando reatamos. Cuido da casa, filhos e faço um bico para ajudá-lo na renda. Depois de 10 meses bem tudo voltou como antes, me manda ligar pra polícia e "tentar" tirá-lo de casa, não dialoga e se pergunto onde esteve quando chega de madrugada fica agressivo ou foge. Faço tudo que ele pede, mas nunca está bom. Só sinto vontade de chorar... Não agüento mais!
Gabi, 34, RS.
Qualquer adicção é mais forte que o adicto o que explica a dificuldade em se livrar dela. Só quando ele a perdeu que se preocupou em reconquistá-la. Conseguido isso tudo volta como antes. A despeito da intenção em parar há a recaída e a velha forma de se relacionar.
Buscamos uma relativa garantia em atingirmos nossos objetivos sem medir esforços em alcançá-lo. O problema está sendo em manter uma estabilidade, agravado pelo vício.
Mas você já sabe do temperamento agressivo e covarde/inseguro (?) dele para dialogar e todas as coisas que envolvem um casamento. E um casamento sem diálogo fracassa, perde seu sentido maior que é a cumplicidade. A impressão que me passa é que a questão financeira a mantém no casamento, mesmo estando sacrificada com o vício dele. O que realmente lhe prende a ele?
Ao demandar seu amor fazendo “tudo o que ele pede”, se anula e não se respeita, logo não tem como exigir o respeito do outro; o externo é reflexo do interno.
Uma revisão nesses pontos pode retirá-la desse lugar de vítima. Afinal você é responsável por tudo que lhe sucede embora as aparências demonstrem o contrário.

P a r a   e n v i a r   p e r g u n t a s : gobett@tribunatp.com.br

domingo, 28 de outubro de 2007

[ARTIGO] Sou Brasileiro, com Muito Orgulho

Sou Brasileiro, com Muito Orgulho

Olimpíadas 2007 - Seleção feminina do Brasil 5 x 0 EUA
 Artigo Publicado em 28/10/2007

Os jogos Pan-americanos estão trazendo grande alegria à nação brasileira. Destaco a atuação da seleção feminina de futebol que no seu jogo contra os EUA mostrou um show de bola com um placar de 5 x 0 e terminando sua campanha sem tomar um gol sequer. Num jogo limpo e talentoso conquistou mais um ouro para todos nós.
Comecei a refletir sobre isso tudo a partir de algumas informações. A seleção feminina norte-americana é campeã olímpica, os EUA estão com um número de medalhas de ouro superior ao dobro do Brasil. E passei a notar que muitas medalhas americanas foram conquistadas em competições de ambiente fechado (indoor). Nos EUA há uma separação das modalidades esportivas que considera esse dado – indoor ou outdoor (quadra coberta ou ambiente aberto), resumidamente.
Lembro-me que, numa ocasião em que vivi nos EUA havia certa organização de quais esportes eram praticados com maior intensidade nas escolas, universidades e demais instituições respeitando-se as estações do ano. A cada mudança de estação muda-se o esporte, já que por apenas três meses eles podem desfrutar da energia solar. Por aproximadamente nove meses do ano a região de Nova Iorque tem um clima de inverno rigoroso, chegando a temperaturas abaixo de 20º C. O clima, portanto, é determinante para a prática esportiva nesse país, assim como afeta todo o estilo de vida nos vários países do mundo. Isso traz alguma luz ao fato de os norte-americanos serem tão “frios” nas relações humanas, assim como há uma tendência de países do hemisfério sul serem mais “calorosos”.
Parece não haver dúvidas de quanto o clima afeta todas as atividades e relações, assim como o estilo de vida de uma nação. Nesse sentido é digno de nota o grande número de medalhas de ouro que os EUA conquistaram nas competições ‘indoor’ do Pan.
A alegria que foi exibida na abertura do Pan não deixa negar a presença da natureza. A Amazônia, o mar, a praia de Copacabana, o fogo da tocha nos lembrando nosso sol, nossos folclores e outras alegrias de nosso país mostraram com abundância os motivos de nosso ufanismo.
Dedico esse artigo à nossa seleção feminina de futebol que reforçou a mesma alegria da abertura do Pan e o espírito que tem norteado toda delegação brasileira nas diferentes modalidades de competição.
Independente de sermos o primeiro em medalhas, somos os primeiros na alegria.

P a r a   e n v i a r   p e r g u n t a s : gobett@tribunatp.com.br
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