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terça-feira, 16 de agosto de 2011

0092 [Artigo] Sexo nos Relacionamentos (II)


O SEXO NOS RELACIONAMENTOS (II)
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Passamos da sociedade do dever à sociedade globalizada
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Muitas diferenças entre os relacionamentos atuais com os da época de nossos pais ou avós são fortemente marcadas pelas mudanças de paradigmas de uma sociedade que já foi hierarquizada, vertical, para se tornar horizontal, tribalista. Trinta ou quarenta anos atrás tínhamos ideais comuns: “faça amor, não faça a guerra”, “paz e amor”, “é proibido proibir”, etc., eram bandeiras que nos uniam. A nação, o pai, a mãe, autoridades, eram reconhecidos em sua hierarquia. Era a sociedade do dever, em que todos sabiam como era o agir certo e o errado.
A globalização retirou do pai o lugar de organizador, norteador da vida dos filhos que agora invertem papéis em casa. O tecido social se esgarçou, e o pacto social não é mais respeitado verticalmente. Isso tem reflexos diretos no comportamento sexual.
Ao homem cabia a conquista enquanto a mulher se posicionava como objeto de desejo. Isso mudou, não são mais imposições culturais. O homem que percebe a paquera não se sente na obrigação de ‘mostrar serviço’ e a mulher também começou a ser a conquistadora. O que surge agora não é mais ‘um deve fazer isso e o outro aquilo’, mas sim respondermos por nossa singularidade, nosso desejo. Se ainda no plano da conquista os paradigmas caíram por terra, o momento de intimidade de um casal sofre os mesmos efeitos dessa mudança. E isso é uma enorme diferença entre as duas gerações.
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P a r a   e n v i a r   p e r g u n t a s : gobett@tribunatp.com.br

terça-feira, 22 de abril de 2008

0003 [ARTIGO] COMO NASCE UM PARADIGMA

COMO NASCE UM PARADIGMA

Cinco macacos foram colocados numa jaula com bananas no topo de uma escada. Quando um deles subia para apanhá-las os demais recebiam jatos d’água fria. Logo passaram a surrar aquele que se aventurasse. Em pouco tempo mais nenhum deles se atrevia, apesar da tentação.
Um dos macacos foi substituído e foi logo em busca das bananas levando uma enorme surra dos outros, até abandonar seu objetivo.
Substituíram um segundo e o fato se repetiu, agora com o primeiro substituto participando na surra com entusiasmo. Depois um terceiro, um quarto e finalmente o último. Ficaram cinco macacos que mesmo sem nunca ter tomado um banho frio batiam naquele que tentasse alcançar as tentadoras bananas.
Os experimentadores então concluem que se fosse possível perguntar por que assim procediam talvez ouvissem: "Não sei, as coisas sempre foram assim."
 
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O senso crítico do homem permite questionar regras, mas estamos sujeitos a paradigmas mesmo sem percebermos. No trabalho fazemos o que se espera, não necessariamente o correto, tal como um servidor público honesto trabalhando em uma repartição cheia de corrupção aprende que “as coisas sempre foram assim”. Como no dito ‘em Roma fale como os romanos’.
“Todos vigiam todos para que ninguém faça o que todos gostariam de fazer”.
(Ângelo Gaiarsa, psicólogo brasileiro - 19/08/1920 - 16/10/2010).

P a r a   e n v i a r   p e r g u n t a s : gobett@tribunatp.com.br
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