Compatibilidade entre Doador e Receptor
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
0050 [ARTIGO] MEDULA ÓSSEA (II) - COMPATIBILIDADE
Compatibilidade entre Doador e Receptor
0050 [PERG/RESP] Minha filha de 15 anos pega dinheiro. O que faço?
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
0049 [ART.] Medula Óssea (I) – O que é, quem precisa?
0049 [PERG/RESP] Perdi o sono com a violência e temo adoecer
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| A violência tirou meu sono |
0048 [ART.] O que há no Insulto e no Elogio?
Sempre questionamos um elogio – ‘são seus olhos’, ‘tive sorte’ – mas não duvidamos do insulto, ao qual sempre revidamos. Se se suspeita do elogio, não paira qualquer dúvida quanto ao insulto, sempre certeiro. Mas por quê?
Ao se por a serviço de alguém, o que elogia é alvo de críticas – ‘o que você viu nele?’ – Mas o que insulta toca a verdade do ser e é visto tendo razão: ‘Ele merecia ouvir umas mesmo!’
Fonte: www.jorgeforbes.com.br
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
0048 [PERG/RESP] Estou inseguro com emprego fora da cidade
sábado, 4 de setembro de 2010
0047 [ARTIGO] DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA (VI) - Medicamentos
Medicamentos
| Para a medicina depressão é doença |
Esse é um dos males da prescrição
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0047 [INTERATIVO] Amigo de infância ou ficante, mas me traiu!
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| Ele disse que ficou com outra |
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
0046 [ARTIGO] DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA (V) - Uma Questão Moral
0046 [INTERATIVO] Estou grávida do namorado e com medo de minha mãe
| Estou com medo de minha mãe! |
Obviamente que isso pesa e muito! O apoio da família nessas horas pode ser decisivo para o resto de sua vida.
Os pais educam os filhos e esperam uma correspondência às suas expectativas. Sabendo que a decepcionará projeta nela a angústia da gravidez. Você pode se surpreender! A maioria de nossos problemas imaginários não acontece.
Mesmo a gravidez não sendo desejada, é grande a chance de sua mãe lhe acolher bem. Você é a filha dela!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
0045 [ARTIGO] DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA ( IV)
0045 [INTERATIVO] Estou apaixonada pelo meu meio-irmão
Aos 16 anos eu e meu meio-irmão de nove tínhamos brincadeiras sexuais. Passaram-se 15 anos, me casei e ele também. Numa visita ao meu pai com meu marido não percebi nada. Mas nas conversas de MSN relembramos muita coisa. Ele confessou que me evitou por estar sentindo algo por mim e não me vê como irmã. O clima está intenso! Não quero me casar com ele, mas estou louca pra deixar rolar uma relação. Estou muito errada?
Cláudia, 31.
É uma situação bem delicada. Na hipótese de estar se abrindo para viver essa paixão do passado, de cara estariam brincando com o sentimento de outras duas pessoas. Um casamento é um compromisso sério quando existe cumplicidade. Do jeito que você está descrevendo a situação está encarando isso como uma aventura, quer sentir o que todos querem, jorrar a vida de dentro de você, ser feliz. Mas e depois? Sua vida continua seu marido, a esposa dele, e os cacos todos pra vocês juntarem.
Sem considerar que ambos acabarão numa situação muito difícil. Na remota hipótese de vocês decidirem por algo sério (coisa que já expressou que não quer), como fariam para desfazerem-se de seus compromissos? Joga tudo pra trás?
Essa é a parte moral, que aliás já aconteceu na intenção. Mas sua decisão implicará muito mais do que você está enxergando agora. O imperativo de seu desejo só pode ser conhecido após sua decisão ser tomada. E é uma decisão desconhecida até para você, talvez seu maior medo.
Para enviar perguntas: gobett@tribunatp.com.br
quinta-feira, 8 de julho de 2010
0044 [ARTIGO] DEPRESSÃO NA ADOELSCÊNCIA (III) - SINTOMAS
A medicina trata a depressão como doença, porém a psicanálise a vê como um sintoma, e a remete a uma covardia moral promovida pelo inconsciente, tocando em nossa honra tão abalada atualmente, explicando tanta depressão. Quando a honra e dignidade se relativizam seu valor absoluto se perde e deixam de nortear nossas ações.
O indivíduo prefere a homogeneização dos antidepressivos que retiram dele toda responsabilidade a arcar com seu ônus. Todos querem ser o ‘dono do próprio nariz’, mas tudo tem um preço que sempre procuramos transferir. Isso não representa que o diagnóstico médico esteja sem valor. Seria muita prepotência.
Uma retração da libido ocorre no sujeito deprimido, o narcisismo cresce e o desinteresse ocupa todos os espaços. Isso não ocorre na tristeza, melancolia ou qualquer outro sentimento. A libido circula, embora cause mal estar no indivíduo.
Sintomas mais comuns:

• Falta de apetite;
• Insônia ou sonolência o tempo todo;
• Dores crônicas (cabeça);
• Distúrbios gastrintestinais
• Falta de entusiasmo / motivação;
• Busca de isolamento social;
• Dificuldades em tomadas de decisão;
• Irritabilidade;
• Auto-estima baixa ou culpa;
• Ansiedade e medos;
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0044 [INTERATIVO] Fobia x Inaptidão para o Trabalho
Um rapaz de 29 anos, portador de fobia social, em tratamento com depaxam 20mg, concursado e aprovado para a função de técnico de arquivo em um banco pode ser considerado inapto em saúde "mental" e "contra indicada sua admissão para exercer atividades laborativas no momento"?
Cláudia.
Por trás de sua questão está uma clara indignação perante o laudo emitido. Você me pede para validá-lo, coisa que não me cabe, nem validá-lo nem refutá-lo. A referência ao medicamento diz de um diagnóstico médico, e não podemos entrar em seara alheia. Ainda mais sem acesso direto ao caso.
Mas há outras questões. Um empregador busca maximizar seu lucro, e os entendimentos para essa direção, ao divergirem dos seus, geram essa revolta, mesmo que sua razão os compreenda como clínicos. Da mesma forma, uma decisão clínica pode ser entendida como mercadológica.
Os sentimentos despertados são naturais, mas a decisão de quem está no comando é sempre racional e de acordo com critérios que sejam entendidos por eles como os corretos.
No entanto, se de alguma forma você entendeu que houve preconceito ou algo parecido, já se trata de uma questão de Direito e não de Psicologia. Fora isso qualquer coisa que eu diga seguirá a mesma lógica.
0043 [ARTIGO] DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA (II) - Estatísticas
A depressão não ati
ngia adolescentes até recentemente. No entanto o índice de suicídio triplicou nos últimos 30 anos para essa faixa etária. Esse dado é um forte indício dos novos paradigmas sociais.


