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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

0126 [Artigo] Palmadas Pedagógicas (VI) Opinião de Pais



Palmadas Pedagógicas (VI)
Opinião de Pais 

O diálogo é uma arma poderosa!
Com a proibição de qualquer castigo físico os pais terão que conseguir obediência e respeito de seus filhos apenas com o diálogo. Para que o projeto dê certo, os governantes devem fazer campanhas de conscientização à população, estimular denúncias no Conselho Tutelar, delegacias de polícia, promotoria de Justiça e escolas. Pais que descumprirem a lei realizarão serviços comunitários, podendo passar por tratamento psicológico e/ou psiquiátrico.
Há três anos apresentado na Câmara Federal, o PL já foi analisado pelas comissões de Educação e Cultura e de Seguridade Social e Família. Sua aprovação pela Comissão de Constituição e Justiça o leva direto ao Senado.
Pais entrevistados concordam que é preciso preservar a integridade física e emocional da criança, mas são unânimes em afirmar que em alguns casos são necessárias algumas ‘palmadinhas’.
A dona de casa E. A. M., 40, mãe de duas adolescentes com 13 e 15 anos, afirma: “A criança precisa saber que existe alguém mais forte que ela. Precisa ter limites, até mesmo para que se sinta segura”. Há um grande peso de verdade nessa afirmação se considerarmos o adolescente de hoje. Cada vez mais ele apresenta uma estrutura física mais desenvolvida, enfrentando os pais.
Um dos perigos de leis como essa é a de fomentar ainda mais a população para a aprovação da redução da maioridade penal. 
Fonte: www.jornalopcao.com.br

P a r a   e n v i a r   p e r g u n t a s : gobett@tribunatp.com.br

sábado, 29 de dezembro de 2012

0121 [Artigo] Palmadas Pedagógicas (I)



Palmadas Pedagógicas (I)
Lei proíbe castigos físicos

A lei que proíbe palmadas beliscões e outros castigos físicos a crianças está dando o que falar. Ela me faz lembrar a obrigatoriedade de leis como a do cinto de segurança, capacetes para motociclistas.
Lei proíbe castigos físicos aos filhos
Não quero entrar no mérito do certo ou errado. Educação de filhos é uma responsabilidade dos pais que devem assegurar seu bem-estar, independente de leis.
O perigo é supor que ao se tomar essa medida como universal estaremos salvaguardando nossas crianças da violência. 
Em minha educação, e acredito que na de muitos internautas, por muitas vezes ouvi palavras tão duras que poderiam ter marcado minha formação e personalidade de forma prejudicial e definitiva.
Ainda, se considerarmos que nossa organização social de hoje é horizontal, em tribos, as hierarquias perdem muito de seu efeito. A ordem da família nuclear não responde aos paradigmas da globalização. Dialogar e aprender com os filhos se faz mais urgente do que nunca. Na sociedade pré-globalização tínhamos o certo e o errado. Aprendíamos isso pela função paterna, os papéis eram claros no seio familiar. Pais e educadores aplicam a régua moral de sua própria educação nas crianças, e claro, não funciona.
A palmada funcionava bem na organização do certo e do errado. Os efeitos positivos dela estão no sentido subjetivo que adquire à criança e como essa o entende. Mais que colocar limites é saber como fazê-lo em nosso contexto atual. #

P a r a   e n v i a r   p e r g u n t a s : gobett@tribunatp.com.br
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