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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

0130 [Artigo] Redes Sociais - O que as fotos dizem sobre nós?

REDES SOCIAIS - Fotos

O que as fotos em redes sociais dizem sobre nós?
Uma das maiores atenções de jovens é relativa à própria imagem. Virtualmente isso se evidencia potencialmente. Sua foto em uma rede social é o que lhe representa no visual. O avatar (imagem colocada no lugar da foto) pode revelar traços da personalidade, preferências, como você gostaria de parecer, identificações com personagens ou animais, entre outras possibilidades.
Doogie Horner (escritor, designer, comediante americano e colaborador da revista Fast Company) estudou a questão informalmente. Navegando por perfis de redes sociais e sites populares tentou delinear padrões a partir dos avatares. Ele dividiu o retrato em setores, atribuindo-lhes valor. Para Horner, uma imagem que privilegie os olhos revelaria um tipo cerebral – mas possivelmente acima do peso; O uso exagerado do zoom indicaria uma personalidade intensa ou até homicida.  Segundo ele, os dois recursos mais comuns aplicados às fotos (corte e zoom) revelam traços de personalidade e também atributos físicos.
Mesmo que ele não queira sem o rigor da metodologia científica seu estudo fica questionável, sobretudo nos valores que atribui quando um setor ou outro da foto é destacado. Nossa leitura de mundo passa invariavelmente por nosso filtro pessoal, o que subtrai a neutralidade necessária para o que ele se propôs, e introduz a dimensão subjetiva do ser. 
Fonte: http://veja.abril.com.br/
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

0122 [Artigo] Palmadas Pedagógicas (II) A Favor ou Contra?



Palmadas Pedagógicas (II)
A Favor ou Contra?

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A FAVOR ou CONTRA as palmadas?
Pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha revelou que 54% dos entrevistados são contra a lei que proíbe os pais de qualquer castigo físico aos filhos menores e somente 36% são a favor. Das mães entrevistadas, 69% já bateram nos filhos contra 44% dos pais.
O promotor de Justiça do Ministério Público do Paraná Murillo José Digiácomo é totalmente contrário:
“As pessoas geralmente ficam indignadas e chocadas quando vêem um filho batendo em um pai idoso. Por isso, acredito que elas devem ter a mesma reação ao verem um pai batendo em uma criança indefesa”, afirma.

Na seqüência ele defende que os pais não devem ser punidos, mas sim orientados na melhor forma de educar os filhos. Fiquei me perguntando qual seria “a melhor forma”. Cada pai e mãe dão o que acreditam ser o melhor. Não há como universalizar, portanto. Estamos em uma sociedade que sofre transformações profundas e rápidas. A pluralidade de visões é imensa, gerando inúmeras posturas diferentes diante das situações.
Questões que atingem toda a sociedade são polêmicas. O problema é que uma punição física pode deixar marcas psicológicas.

Depoimento: “Fui uma criança impossível, que sempre levava a culpa e muitas vezes eu não tinha a culpa. Levei uma bela sessão de cinta por algo que não fiz. Cresci com uma marca no meu dedo. Quando suspeito de meus filhos olho a cicatriz e cuido pra JAMAIS repetir tal erro”.

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terça-feira, 15 de julho de 2008

0015 [ARTIGO] Qual o Futuro do Brasil?

QUAL O FUTURO DO BRASIL?

Até agosto de 2004 havia 190 abrigos para crianças e adolescentes na cidade de São Paulo. A Fundação Orsa coordenou uma pesquisa que avaliou 185 deles, num total de 4.847 crianças e adolescentes.
67% dos abrigados tinham família sendo a situação socioeconômica, violência doméstica, problemas de saúde mental ou dependência de drogas com os responsáveis os principais motivos para a institucionalização. Desse total, 55,6% estavam juntos de seus irmãos, na maioria com dois (57%) ou três (26%) irmãos.
A coisa é mais preocupante do que se imagina. Dentre os pesquisados apenas 10% podiam ser adotados, sendo 84% entre 8 e 19 anos. A faixa etária visada para adoção é de 0 a 11 meses (2,2%).
Elizabete Rosa, coordenadora da área de promoção social da Fundação Orsa, explica que os dados serviram para o desenvolvimento de políticas voltadas a esses abrigos, e reflete: “Mas a gente pode pensar que o que falta fazer aqui falta no Brasil como um todo”.
Esses números não são nem de longe representativos do número de crianças e adolescentes carentes de cuidados e atenção, uma realidade social gravíssima. São excluídos e muito dificilmente escaparão de viver à margem da cultura, tendo sido privados de seus direitos mais sagrados como cidadãos.
Entender esse processo de exclusão é entender o início das raízes da violência social.
 

Fonte: Revista Viver Psicologia, agosto de 2004.

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terça-feira, 8 de julho de 2008

0014 [ARTIGO] O Poder da Música

O PODER DA MÚSICA

Numa época em que doenças são fartamente tratadas com medicamentos cresce o número de pessoas que busca uma outra solução.
O Centro de Pesquisa em Musicoterapia (Heidelberg) utiliza a musicoterapia para recuperar a saúde física, mental e social de uma criança com enxaqueca através da música, já que medicamentos não surtem bons efeitos nelas. O paciente usa a voz ou instrumentos para produzir sons, mesmo sem formação musical.
Tendemos a supervalorizar a dor e desvalorizar o prazer. A música pode proporcionar prazer semelhante ao de uma boa comida, drogas ou sexo, desde que seja adequada ao paciente.
Musicoterapia - a serviço da saúde
Robert Lueger (Universidade Marquette/Milwaukee, EUA) e pesquisadores de Heidelberg observam três fases da evolução do tratamento:

1. Melhora no bem estar subjetivo;
2. Desaparecimento gradual dos sintomas;
3. Melhora do nível funcional geral.

A capacidade de sonhar é fundamental. Com um fundo musical um menino se imagina no lombo de uma baleia mergulhando até sua ilha onde um urso o embala com o balanço de seus passos, por exemplo.
No entanto é preciso cuidado. CDs contra dores, insônia, etc. são ‘preparados musicais’ e nada tem a ver com a musicoterapia receptiva. “Sua eficiência nunca foi comprovada”, alerta Hans Volker Bolay, do Centro de Musicoterapia de Heidelberg.
Uma conseqüência importante do processo: sentimentos podem ser expressos de forma audível e compreensível.
Fonte: Revista Viver Mente&Cérebro, julho 2005.

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terça-feira, 1 de julho de 2008

0013 [ARTIGO] Em Busca de Aconchego

EM BUSCA DE ACONCHEGO

O falecido psicólogo Ângelo Gaiarsa quando esteve em Piracicaba (set/99) narrou uma experiência dos anos 60 que nos leva a refletir.
Alguns chimpanzés, pouco depois de nascidos, foram separados da mãe pelo pesquisador e colocados numa jaula contendo duas armações de arame no tamanho e forma de um chimpanzé adulto. Numa havia duas mamadeiras para substituírem os seios do chimpanzé-mãe, e, na outra armação que era envolvida com um pano macio (feltro ou veludo) havia uma lâmpada pelo lado de dentro aquecendo o tecido.
Eles ficavam 99% do tempo
no aconchego e 1% no alimento
Tudo fora medido, cronometrado e verificou-se que os macaquinhos ficavam 99% do tempo na armação aquecida com a lâmpada em busca de calor e aconchego e apenas 1% do tempo na mamadeira. Quando sentiam fome eles corriam mamar um pouco, mas logo voltavam. Segundo Gaiarsa, os números são exatos, e não para impressionar. Conclusão dos experimentadores: é muito mais importante o contato físico do que a alimentação.
Essa conclusão nos leva a uma reflexão em nossas relações familiares em primeira instância. Presenteamos a criança com objetos, muitas vezes caríssimos, e ainda cobramos delas que gastamos uma fortuna, quando um passeio para comer um cachorro-quente na praça ou no teatro faria muito mais. Estaríamos oferecendo-lhes o calor do adulto que parece ter esquecido o quanto isso um dia lhe foi importante.
Fonte: Palestra - “A Eterna Juventude Será Possível?” (Ângelo Gaiarsa – set/99, Piracicaba/SP).

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terça-feira, 27 de maio de 2008

0008 [ARTIGO] DIFICULDADES NA PATERNIDADE

DIFICULDADES NA PATERNIDADE

A paternidade é uma das 4 maiores
dificuldades ao homem, segundo Freud
Foi Freud quem já havia alertado para algumas dificuldades humanas, entre elas a sexualidade, a morte e a paternidade.
Até muito recentemente acreditava-se que a mãe era a única indispensável na educação do filho. Estudos mais atuais revelam que o pai é tão importante quanto a mãe nessa tarefa, sobretudo no primeiro ano de vida e no término da adolescência, quando o sujeito se formará adulto.
Mas as dificuldades paternas vão muito além. De forma velada, o homem logo entende que os brinquedos femininos ameaçam sua masculinidade e se afasta da paternidade; teme perder seu lugar pela ameaça edípica; pais submissos à própria mãe delegam a criação do filho para a mãe de seu filho. Algumas dificuldades:
# dos pais que duvidam da veracidade da paternidade, 11% estão certos;
# os conflitos com os pais tendem a se reproduzir nos filhos.
# pai ausente não se ocupa da paternidade;
# pai jovem tem necessidades semelhantes à do filho (dificuldade em deixar a identidade de filho para assumir a de pai);
# pai maduro idealiza o filho (prolongamento da vida);
# pai de filho único deve prover rivalidade e competição ao filho (socialização);
# pai de família grande tem de estar atento às mudanças de cada filho e buscar o equilíbrio permitir/proibir;

Essas são apenas algumas das inúmeras dificuldades do homem enfrentar a paternidade com maturidade.

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terça-feira, 15 de abril de 2008

0002 [ARTIGO] PEGA NA MENTIRA!

Pega na Mentira!

“Todo ser humano trapaceia, mente e engana, e, diga-se de passagem, 
faz isso de forma corriqueira, resoluta, refinada e calculista.” 
(Ulrich Kraft – médico e jornalista científico)

Pega na Mentira!
Em 1997, após observar 20 pessoas, o psicólogo Gerald Jellison registrou uma mentira a cada 8 minutos nas pessoas consideradas mais sinceras do grupo. Descobriu que o grupo com mais mentirosos são os com mais contatos sociais: vendedores, secretários, médicos, advogados, psicólogos e jornalistas.
Para antropólogos a mentira não é algo lamentável; ela compõe fator decisivo de nossa inteligência social. “Sem o engodo e o despistamento, nossas complexas relações seriam impensáveis”, afirma David Nyberg (Universidade de Nova York). Ela pode se prestar ao nosso desejo de proporcionar alegria ao outro ou mesmo não expô-lo.
O psicólogo Robert Feldman descobriu que homens mentem para a promoção pessoal enquanto mulheres visam proporcionar o bem-estar de seus interlocutores. Eles mentem 220 vezes ao dia, enquanto elas apenas 180. Para os evolucionistas a mentira surgiu com as relações de poder em sociedade.
Em certos casos a dissimulação chega a ser um talento: enfermeiras e médicos necessitam poupar seus pacientes de complicações na saúde.
Os afásicos que têm uma lesão no hemisfério esquerdo do cérebro detectam melhor a mentira e um grupo deles caiu na risada com um discurso de Ronald Reagan. E eles tinham razão!
 
Saiba mais: www.vivermentecerebro.com.br

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