quarta-feira, 13 de abril de 2011

[Extra] No Corre-corre da Vida Moderna

No corre-corre da vida moderna
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“Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela.” (Chaplin)
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A modernidade tem seus preços. No trabalho temos de ser produtivos, no lar atenciosos e assim por diante. São muitas as cobranças e buscamos alternativas para o estresse que com elas chega. Viver com qualidade de vida se tornou um imperativo.
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 Como combater o estresse?
a) Hábitos alimentares saudáveis;
b) Exercícios físicos freqüentes;
c) Sono regular de 8 h/dia (de preferência acordando bem cedo);
d) Tempo para atividades de lazer e/ou ligadas à natureza;
e) Estabelecer metas diárias possíveis de serem cumpridas;
f) Não trazer serviço do trabalho para casa;
g) Ter boa vida social;
h) Ter boa vida sexual;
i) Tirar férias anuais no mínimo;
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São apenas diretrizes. Embora o ser humano seja dotado de subjetividade própria e a maioria dos itens se encaixe a nós no tocante a fatores emocionais, o que gera estresse em uma pessoa pode não incomodar outra e vice-versa.
Os radicais livres do nosso organismo são moléculas que se estabilizam com a poluição, contaminantes químicos, metais pesados, radiações e ressonâncias, microorganismos (fungos, bactérias, vírus), cigarro, álcool, certos alimentos e quase todas as doenças, causando oxidação no tecido celular (semelhante a um “enferrujamento”), de onde surge a típica sensação de cansaço.
Muitas pessoas têm migrado da zona urbana para a rural em busca de maior contato com o verde e a natureza, a fim de abrandar os efeitos da vida moderna.
Estamos em uma sociedade plural, onde surge uma enorme diversidade de escolhas. Sem saber qual escolher queremos consumir tudo. Isso é altamente estressante já que em nossa condição humana somos limitados e impedidos de termos tudo.
Nossa sociedade perdeu o norte, antes dado pelo pai. A sociedade pré-globalização era guiada pela função paterna que de certa forma organizava nossa vida mental e social dando a direção do certo/errado. Na era global não se pode mais dizer quem está certo/errado. Cabe a cada um se responsabilizar por suas escolhas sem atribuir aos padrões culturais a razão de sua infelicidade. Estamos diante de uma nova responsabilidade, a responsabilidade intransferível por nosso desejo, e sendo possível escapar dela apenas pela via neurótica.
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Lançamento da Revista Monte Alegre (12/04/11)
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P a r a   e n v i a r   p e r g u n t a s :   gobett@tribunatp.com.br 

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